terça-feira, 25 de março de 2014

Super Geeks

Escola que ensina programação e robótica para crianças 






A Super Geeks considera-se pioneira no que diz respeito a ensinar programação e robótica para crianças e promete formar criadores de tecnologia e não só consumidores.
Com um lema onde aprender é se divertir os alunos terão aulas dinâmicas e cheia de novidades com muito entretenimento desenvolveram programas, jogos eletrônicos e pequenos robôs tendo de quebra aulas de inglês.
Marco Giroto este foi o criador desta escola e isso se deu graças a sua infância onde teve o contato com a robótica desde cedo, Marco Giroto morava no Vale do Silício, no Estados Unidos e por lá existem muitas escolas assim apesar de que para eles ainda é insuficiente.
Foi ai que Marco Giroto resolveu trazer esta ideia para o Brasil propagando a importância deste ensino desde a infância.
No Brasil são pouquíssimas as escolas que tem o ensino de programação, mas em países como Coreia do Sul e Estônia programação é matéria obrigatória nas escolas. 
Este tipo de aprendizado acrescenta o conhecimento sobre a tecnologia e o principal é que esses alunos aplicam essa logica no dia a dia apurando sua criatividade e a capacidade de resolver problemas.

sábado, 22 de março de 2014

Tecnologia com criatividade

Em uma época com tecnologia para todos os lados como ser criativo e saber usar dessas novas ferramentas?

Para meu primeiro post escolhi essa reportagem que fala um pouco entre essa relação.


Segundo o documento, várias universidades norte-americanas já têm criado programas e planos de aulas que incentivam a elaboração de projetos e ideias. Isso acontece por conta da presença cada vez mais marcante das novas tecnologias na sala de aula. Além disso, smartphones e tablets podem ser vistos nas mãos de grande parte dos jovens e, por isso, eles estão cada vez mais próximos de ferramentas online.
O aumento de tecnologias nas universidades também pode ser benéfico para os estudantes. Por meio de diversas plataformas online é possível entrar em contato com diferentes estratégias de aprendizado e exploração de conteúdo. A Vanderbilt University criou um tipo de rede social em que alunos de várias disciplinas podem se ajudar na resposta de perguntas complexas e aceitar desafios. Um aluno de design, por exemplo, pode ajudar um biólogo a desenvolver um projeto visual.


É importante salientar, porém, que não basta apenas usar a tecnologia sem objetivos claramente preestabelecidos, como garante o professor Dr. Stavros P. Xanthopoylos, vice-diretor do IDE/FGV e vice-presidente da Associação Brasileira de Educação a Distância (ABED): “O uso criativo deve ser sustentável às aulas. O professor deve pensar: ‘tenho uma ferramenta tecnológica e preciso usá-la de forma a atingir o objetivo do aprendizado.’”

 Além disso, os professores não devem achar que os estímulos aos alunos estarão, de agora em diante, totalmente relacionados às novas mídias. “Eu não posso trabalhar apenas com a tecnologia, pois os professores ainda trabalham em escolas que não têm computadores e outros aparelhos. Temos que saber usar ambos os caminhos", completou a professora Valeria Bussola Martins, da Universidade Presbiteriana Mackenzie, de São Paulo.
 Os professores, portanto, não devem ter medo de levar novas ferramentas digitais para dentro da sala de aula, tampouco deixar de lado formas tradicionais de interação. A sugestão é seguir o modelo das universidades dos Estados Unidos propondo trabalhos que unam a educação à tecnologia aproveitando todos os benefícios que essa oportunidade pode trazer.

 Fonte: UniversiaBrasil